segunda-feira, 13 de setembro de 2010
FIM DE TRANSMISSÃO KKK
domingo, 15 de agosto de 2010
ÚLTIMA ATIVIDADE
QUERO QUE FAÇAM UMA PESQUISA COM NO MÍNIMO 10 PESSOAS:
- VC É CONTRA OU A FAVOR DO ABORTO?
- VC É CONTRA OU A FAVOR DA REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL?
- VC É CONTRA OU A FAVOR DA PENA DE MORTE?
- VC É CONTRA OU A FAVOR DA PRISÃO PERPÉTUA?
- VC POSSUI UMA RELIGIÃO?
- QUANTAS PESSOAS MORAM EM SUA CASA?
- EM QUE O GOVERNO DEVERIA INVESTIR MAIS?
PESQUISA DE OPNIÃO TÁ? ME ENTREGUEM ATÉ O DIA 18/08/2010....
É A ÚLTIMA SEMANA!!!! YAHOOOO!!
quinta-feira, 20 de maio de 2010
perdoem meus alunos...
vou postar pra vo6 algumas matérias super importantes ki poderão cair nos vestibulares nesse meio de ano tá????
ENTENDAM MAIS SOBRE OS CONFLITOS NO ORIENTE MÉDIO
Briga antiga
Os problemas na região da Palestina remontam à Antigüidade. Tais atritos, porém, agravaram-se e começaram a interferir nas relações políticas internacionais logo após a I Guerra Mundial. Em 1922, sob a chancela da Liga das Nações, a área foi submetida ao controle da Inglaterra. Os britânicos prometeram, na época, criar um Estado hebreu, o que produziu um forte afluxo judaico. O fato determinou também o reinício dos atritos entre os árabes locais, que eram maioria, e os judeus imigrantes. Somente em 1947 a Organização das Nações Unidas (ONU) resolveu o impasse: nasceram um Estado judeu – Israel – com mais de 50% do território e um Estado árabe com aproximadamente 40%. Jerusalém tornou-se uma área internacional.
Quando os ingleses deixaram a região, Egito, Iraque, Jordânia, Líbano e Síria, nações árabes, uniram-se contra os judeus na I Guerra Árabe-Israelense, iniciada em 1948 e encerrada no ano seguinte. Israel, vitorioso, expulsou 1 milhão de palestinos – os que se refugiaram em outros países foram recusados como cidadãos e os que permaneceram em Israel viram-se marginalizados.
Em 1959, os palestinos fundaram o grupo Al Fatah, liderado por Yasser Arafat, para lutar a favor da criação de um Estado autônomo e independente. Em 1964, com apoio do Egito e da Argélia, surgiu a Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que estabeleceu no exílio um verdadeiro governo paralelo, com parlamento eleito pelo povo disperso. O ex-guerrilheiro Arafat assumiu em 1969 o comando da OLP, que alcançou gradativamente o reconhecimento da comunidade internacional: primeiro das nações árabes, em 1973, e depois da ONU, como membro observador em 1975. No mesmo ano, as Nações Unidas determinaram a criação do Estado Palestino na área já fixada em 1947. Israel ignorou a decisão, mantendo-se irredutível até hoje.
Os choques entre Israel e os palestinos sediados no Líbano pioraram a partir do final dos anos 70. Os judeus atacaram o Líbano e ocuparam parte daquele país. Após as ofensivas israelenses de 1982, a OLP dividiu-se em duas tendências básicas: a facção liderada por Arafat, que aceitava a criação negociada de um Estado palestino com a permanência de Israel, e os contrários a qualquer conversação com o inimigo. As dificuldades políticas internas e a perseguição israelense geraram rebeliões na Cisjordânia e em Gaza.
Qualquer análise ou avaliação sobre o desenrolar dos acontecimentos que tomem como premissa uma definição do quadro político da região implicará em erro. A trajetória secular repleta de conflitos, muitas vezes inflamados pelas conjunturas contemporâneas, não permite estabelecer um cenário político estável de médio e longo prazo.
Um exemplo evidente dessa contradição é o confronto entre Israel e a Palestina. Aparentemente, os intensos conflitos de décadas impediriam qualquer possibilidade de trégua entre as partes. Mas, contrariando tal lógica, em setembro de 1993 foi assinado em Washington o Acordo de Paz entre o Estado judeu e a OLP. Os problemas políticos, porém, não desapareceram. A escalada de um certo nacionalismo autoritário e do fanatismo religioso, presentes em ambos os povos, radicalizam os ânimos políticos e dificultam uma saída pacífica. Em 1995, o assassinato do moderado premiê israelense Isaac Rabin por um jovem fundamentalista judeu significou o retorno dos combates, que se multiplicaram pela região. A eleição de Benjamin Netanyahu, em 1996, deve ser compreendida como um retrocesso nos esforços de paz — tendência acentuada com a escolha do atual primeiro-ministro, Ariel Sharon.
FONTE:http://veja.abril.com.br/saladeaula/270202/p_010.html
quinta-feira, 6 de maio de 2010
GABARITO DO 2° TESTE
Gabarito.
terça-feira, 4 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
2° TESTE
então... vou passar só mais essa atividade valendo 5,0 pontos...
quem não é da faculdade e quer fazer e tirar algumas dúvidas, eu o recebo.
BOM TRABALHO! enviem para PROJETOSPELAVIDA@GMAIL.COM
Eu devo ser sincero com vocês em relação à atividade passada valendo 5,0 ponto, eu fiquei muito triste com as notas tá???? mas enfim.. acho que é porque aquela matéria às vezes é muito chata...Então, eu espero que vocês possam se recupera agora... lembrando que pra passar na faculdade é preciso ter no mínimo 6,0 pontos...
Marque a alternativa certa.
1) Se considerarmos o processo de desenvolvimento do capitalismo, podemos dizer que ele foi respectivamente.
a) industrial, financeiro e comercial
b) comercial, industrial e financeiro
c) liberal, industrial e comercial
d) financeiro, imperialista e comercial
2) A associação que visa restringir a livre concorrência e elevar o preço em comum. É chamada de:
a) cartel
b) truste
c) conglomerados
d) mais-valia
3) No capitalismo financeiro o mercado passa a ser:
a) liberal
b) imperialista
c) oligopolizado
d) colonial
Responda:
4) O que são trustes?
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5) A que se refere a chamada mais-valia?
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6) Quais as principais características do capitalismo?
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CADA QUESTÃO VALE 1,0 PONTO, PARA RECUPERAREM A PROVA PASSADA EU DAREI MAIS 1,0 PONTO EXTRA "SÓ PARA QUEM ESTÁ PRECISANDO TÁ?"
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO
galera, esse assnto é grande tá? há, mas ele é tão legal ki vo6 nem vão perceber... só teremos mais essa aula...
Na próxima (quinta dia-06/05) eu passarei nosso 2° teste..
ainda estou esperando ki vo6 me entreguem todos os testes da aula passada...
quem ainda não é matriculado na faculdade e uer participar....
mande um e-mail para: projetospelavida@gmail.com
comentem... xD
Capitalismo
Resumo: esta lição mostrará o surgimento do capitalismo e suas várias formas de desenvolvimento, bem como suas principais características.
Desenvolvimento do Capitalismo
O capitalismo passou a ser dominante no mundo ocidental a partir do século XVI. A transição que houve do feudalismo para o capitalismo foi bastante desigual; foi mais rápida na parte ocidental da Europa e mais lenta na parte central e oriental. A transição foi bem mais acelerada no Reino Unido, do que nos outros países.
O capitalismo foi se evoluindo gradativamente, aos poucos foi se sobrepondo sobre outras formas de produção, até ter sua hegemonia, que ocorreu em sua fase industrial.
Considerando seu processo de desenvolvimento, pode-se dividir o capitalismo em 3 fases: capitalismo comercial, industrial e financeiro.
Características do Capitalismo
Todos os países são diferentes uns dos outros, mas os capitalistas apresentam algumas características semelhantes.
» Estrutura de propriedade: predomina a propriedade privada. Em alguns países o Estado também é dono de alguns meios de produção; atua como capitalista principalmente em setores básicos e de infra-estrutura.
» Relação de trabalho: o trabalho assalariado é predominante. Mas em muitas regiões subdesenvolvidas e rurais ocorrem relações de trabalho ilegais, como a escravidão, ou trabalho forçado por dívida.
» Objetivo: o único objetivo é ter constantemente a obtenção de lucro, não importando quem perca com isso. As empresas estatais recebem ajuda de subsídios do governo, sendo difícil ir a falência, ao passo que se uma empresa privada operar no vermelho, ela pode falir.
» Meios de troca: o principal meio de troca é o dinheiro, que facilitou bastante o comércio. Outros meios de troca é o cheque e o cartão de crédito, em que é possível movimentar um fundo em dinheiro depositado no banco. Com um cartão bancário é possível fazer pagamentos sem o uso de dinheiro real ou cheque.
» Funcionamento da economia: os agentes econômicos fazem investimentos se guiando pela lei da oferta e da procura. Investem com o objetivo de conseguir a maior rentabilidade.
A lei da oferta e da procura funciona da seguinte maneira: se houver mais oferta do que procura os preços tendem a cair; se houver mais procura que oferta os preços tendem a subir. Essa lei é a essência da economia de mercado.
» Relação social: há uma grande desigualdade social, principalmente nos países subdesenvolvidos, ficando a maior parte da renda com poucos. Mas nestes últimos anos, também em países desenvolvidos tem crescido a distancia entre ricos e pobres.
Capitalismo Comercial
Essa etapa do capitalismo se estendeu do século XV até XVIII. Houve uma expansão de potencias, como Espanha e Portugal, que tinham como objetivo descobrir uma nova rota para as Índias, e tirar a supremacia da Itália no comércio com o Oriente, através do Mediterrâneo.
Foi uma época marcada por Grandes Navegações e descobrimentos, mas também de escravidão e genocídios de muitos nativos da América e África. Os europeus comandaram esse processo de colonização e exploração.
Esse termo capitalismo comercial se deu porque o acúmulo de riquezas ocorreu por meio do comércio. A economia nesse período funcionava sob a intervenção governamental, pois promover e aumentar o poder do Estado. A riqueza e o poder de um país era medido pela quantidade de ouro, prata e pedras preciosas.
Durante o capitalismo comercial tudo que pudesse ser vendido como lucro virava mercadoria na mão dos comerciantes europeus. O negócio mais lucrativo foi o tráfico de escravos negros.
Neste período também se acumulava riquezas tendo uma balança comercial favorável, ou seja, mais exportar do que importar. As colônias garantiam grande lucro, visto que eram obrigadas a vender os seus produtos por preços baixos, e comprar das metrópoles coisas que necessitavam por preços altos.
Essa fase foi fundamental para se desenvolver o capitalismo, pois permitiu o grande acúmulo de capitais na mão da burguesia européia. Essa acumulação inicial de capitais criou condições, no Reino Unido e depois em outros países, para que ocorresse a Revolução Industrial.
Capitalismo Industrial
O capitalismo industrial foi marcado por transformações na economia, na sociedade, na política e cultura. Uma de suas características mais importantes foi a de transformar da natureza, uma quantidade bem maior de produtos aos consumidores, o que multiplicava o lucro dos produtores.
A essência do sistema não era mais o comércio. O bom lucro vinha da produção de mercadorias.
O mecanismos da exploração capitalista foi chamada por Karl Marx de mais valia.
Mais valia: o trabalhador assalariado recebe uma remuneração por cada jornada de trabalho. Mas o trabalhador produz um valor maior do que aquele que recebe em forma de salário. Essa parte de trabalho não pago fica no bolso dos donos das fábricas, minas e etc. Assim todo produto vendido traz uma parte que não é paga aos trabalhadores, permitindo o acúmulo de capitais.
Por isso que o regime assalariado é a melhor forma de trabalho no capitalismo. O trabalhador assalariado alem de produzir mais, tem condições de comprar os produtos. Com isso a escravidão foi “extinta” quando o trabalhador assalariado começou a predominar.
Com o aumento da produção também houve o aumento de mão-de-obra, energia, matéria-prima e mercado para os seus produtos. A industrialização estava não só na Europa, mais também nos Estados Unidos, e no Japão estava começando.
Nessa nova fase do capitalismo a burguesia industrial, ao contrário da fase comercial passou a ser um empecilho. Consolidou-se uma nova doutrina econômica, o liberalismo.
Mudanças importantes estavam ocorrendo: a produtividade e a capacidade de produção aumentavam rapidamente; e a produção em série crescia. Na segunda metade do século XIX, estava acontecendo a Segunda Revolução Industrial. Um dos aspectos importantes desse período foi a introdução de tecnologias e novas fontes de energia, passou a haver um interesse para a pesquisa cientifica com o objetivo de desenvolver novas e melhores técnicas de produção.
A descoberta da eletricidade beneficiou não só as industriais como a sociedade em geral, melhorando a qualidade de vida. Com o desenvolvimento do motor, e utilização de combustíveis derivados do petróleo, foi aberta novas formas de transporte.
Com o grande aumento da produção, houve também competição para se ganhar mercados consumidores e novas fontes de matérias-primas.
Foi nessa época que ocorreu a expansão imperialista na África e Ásia. Esses continentes foram partilhados entre os países imperialistas. Com essa partilha consolidou-se a divisão internacional do trabalho, em que as colônias se especializavam em fornecer matérias-primas com o preço bem barato aos países que estavam se industrializando.
Nessa época surge ema potencia industrial fora da Europa, os Estados Unidos. Eles adotaram o lema ‘A América para os americanos’. Os Estados Unidos tinham como área de influencia econômica e política a América Latina.
Em fins do século XIX também começou a surgir o Japão como potencia. Passou a disputar territórios com as potencias européias, principalmente o território da China.
Apesar de a primeira metade do século XX ser marcada por avanços tecnológicos, foi também um período de instabilidade econômica e geopolítica. Houve a Primeira Guerra Mundial, Revolução Russa, Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial. Em poucas décadas o capitalismo passou por crises e transformações.
Capitalismo Financeiro
Com o crescimento acelerado do capitalismo passou a surgir e crescer rapidamente várias empresas, por causa do processo de concentração e centralização de capitais. A grande concorrência favoreceu as grandes empresas, o que levou a fusões e incorporações, trazendo monopolização em muitos setores da economia.
O capitalismo dessa forma entrava em sua fase financeira e monopolista. O inicio dessa nova fase capitalista coincidiu com o período da expansão imperialista (1875 – 1914), em fins do século XIX e meados do século XX. Mas a consolidação só ocorreu após a Primeira Guerra Mundial, quando as empresas ganharam mais poder e influencia.
A expansão do mercado de capitais é uma marca do capitalismo financeiro. Nos Estados Unidos se consolidou um grande mercado de capitais. As empresas foram aumentando seus capitais através da venda de ações em bolsas de valores. Permitindo assim, a formação de enormes corporações.
Os bancos passam a ter um papel importante como financiadores de produção.
A livre concorrência e o livre mercado passam a ser substituídos por um mercado oligopolizado. O Estado também começa a intervir na economia.
Em 1929 apesar de o capitalismo financeiro crescer houve uma grande crise, que levou milhares de bancos e industrias a falência, causando até 1933 quatorze milhões de desempregados. Essa crise se deu devido a grande produção industrial e agrícola, mas pouca expansão do mercado de consumo externo; a industria européia passa a importar menos e exportar menos dos Estados Unidos; exagerada especulação com ações na bolsa de valores. Porem acreditava-se, segundo os preceitos liberais, que o Estado não deveria se interferir na economia.
Mas em 1933 foi elaborado e colocado em prática o New Deal, pelo presidente Franklin Roosevelt. Foi um plano de obras publicas, com o objetivo de acabar com o desemprego, sendo este plano fundamental para melhorar a economia norte-americana.
Keynesianismo – política de intervenção estatal numa economia oligopolizada. Recebeu este nome porque seu principal teórico e defensor foi John M. Keynes.
Trustes – grandes grupos que controlam todas as etapas da produção, desde a retirada de matéria-prima da natureza até a distribuição das mercadorias.
Cartel – associação entre empresas para uma atuação coordenada, estabelecendo um preço comum, restringindo a livre concorrência. Geralmente elevam o preço em comum.
O truste é o resultado típico do capitalismo, que leva a fusão e incorporação de empresas de um mesmo setor de atividade. Já o cartel surge quando empresas visam partilhar entre si, através de acordo, um determinado mercado ou setor da economia.
Surgiram também através dos trustes os conglomerados. Eles são corporações que atuam no capitalismo monopolista. Resultantes de uma grande ampliação e diversificação dos negócios, visam dominar a oferta de determinados produtos e serviços no mercado.
Um dos maiores conglomerados do mundo é o Mitsubishi Group, que fabrica desde alimentos, automóveis, aço, aparelhos de som, televisores, navios, aviões e etc. O Mitsubishi tem como financiador o banco Mitsubishi, que após a sua fusão, Tokyo-Mitsubishi, se tornou o maior do planeta.
Após a Segunda Guerra Mundial, as antigas potencias européias foram entrando num processo de decadência, perdendo seus domínios coloniais na Ásia e África. Esse período pós-guerra, foi o início do atual processo de globalização da economia.
Um dos benefícios dos conglomerados, é a geração de empregos
As fábricas no século XIX eram assim. Agora compare com as de hoje em dia.
Pra quem quer aprofundar mais no assunto: assistam: tempos moderno de charles chapplin...
vou botar aki, alguns vídeos sobre:
1° teste
mas acho que vou aplicar para todo o mundo...
daí, você que não é matriculado e quer participar:
mande um e-mail para projetospelavida@gmail.com
se vc não quer participar da faculdade, ms quer fazer o teste para testar os seus conhecimentos...
faça...
respondam as seguintes questões:
retiradas de provas passadas de concursos e vestibulares:
(UFC-CE)
1- A COMPREENÇÃO E O USO DAS COORDENADAS GEOGRÁFICAS SÃO DE IMPORTÂNCIA FUNDAMENTAL NA CARTOGRAFIA. A ESSE RESPEITO RESPONDA:
a) O que são coordenadas geográficas?
b) qual a sua ultilização no estudo do espaço geográfico?
(00ENEM)
2- "EM CASA, NÃO ENTRA SOL, ENTRA MÉDICO".
ESSE ANTIGO DITADO REFORÇA A IMPORTÂNCIA DE, AO CONSTRUIRMOS CASAS, DAMOS ORIENTAÇÕES ADEQUADAS AOS DORMITÓRIOS, DE FORMA A GARANTIR O MÁXIMO CONFORTO TÉRMINO E SALUBRIDADE.
ASSIM, CONFRONTANDO CASAS CONSTRUÍDAS EM LISBOA (AO NORTE DO TRÓPICO CÂNCER) E EM CURITIBA (AO SUL DO TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO), PARA GARANTIR A NECESSÁRIA LUZ DO SOL, AS JANELAS DOS QUARTOS NÃO DEVEM ESTAR VOLTADAS, RESPECTIVAMENTE, PRA OS PONTOS CARDEAIS:
a) norte/sul
b) sul/ norte.
c) leste/ oeste.
d) oeste/ leste.
e) oeste/oeste.
(UFRS)
3- O GRUPO ENCAREGADO DE ORGANIZAR UMA EXPEDIÇÃO AGROPECUÁRIA, EM UMA ÁREA DE 5 KM², DECIDE FAZER A REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DESTE LOCAL. NESSA REPRESENTAÇÃO, DEVERÃO CONSTAR COM CLAREZA OS SEGUINTES ELEMENTOS: ÁREAS DE EXPOSITORES, PRÉDIOS DE APOIO, ESTACIONAMENTOS, ÁREAS DE ALIMENTAÇÃO, ESPAÇO PARA ATIVIDADES CULTURAIS E COMPETIÇÕES E OS ASPECTOS NATURAIS DO SÍTIO.
PARA QUE ESSE OBJETIVO SEJA ALCANÇADO, É FUNDAMENTAL A ESCOLHA DA FORMA DE REPRESENTAÇÃO E DA ESCALA ADEQUADA. ASSIM, O GRUPO DEVERÁ UTILIZAR UM(A):
a) mapa com escala de 1:1 250 000.
b) planta com escala de 1:10 000.
c) carta com escala de 1:1 000 000.
d) mapa com escala de 1:300 000.
e) planta com escala de 1: 2 000.
(UFC-CE)
4- ENTRE OS ELEMENTOS BÁSICOS DAS REPRESENTAÇÕES CARTOGRÁFICAS ESTÃO AS COORDENADAS GEOGRÁFICAS. SOBRE ALGUMAS DE SUAS APLICAÇÕES NA CARTOGRAFIA ESTÁ CORRETO AFIRMAR QUE:
a) São símbolos ultilizados exclusivamente na confecção de mapas e cartas climáticas.
b) São sinais aplicados na delimitação de cotas altimétricas e batimétricas do relevo.
c) São referências gráficas que indicam áreas de mesma temperatura no globo terrestre.
d) Servem para identificar zonas climáticas diferentes e constiruem um sistema de orientação.
e) Servem para relacionar a distância real com a distância gráfica expressa nos mapas.
(UFPI)
5- O SENSORIAMENTO REMOTO É UMA TÉCNICA UTILIZADA PELA CARTOGRAFIA PARA ANALIZAR E INTERPRETAR O ESPAÇO GEOGRÁFICO. MARQUE A ALTERNATIVA QUE INDICA CORRETAMENTE O MATERIAL ULTILIZADO POR ESSA TÉCNICA.
a) Telescópio, bússola e clinômetro.
b) Astrolábio, satélites e altímetro.
c) Fotos aéreas, imagens de radar e de satélites.
d) Cartas marpitimas, cartas náuticas e radares.
e) Termógramos, bússolas e curvímetros.
TENTEM FAZER GENTE....
MANDEM AS RESPPOSTAS PARA O E-MAIL: PROJETOSPELAVIDA@GMAIL.COM
DEPOIS EU MANDAREI O GABARITO PARA VO6...
CADA QUESTÃO CORRESPONDE À 1.0 PONTO... TODO O TESTE VALE: 5,0 PONTOS...
ASSIM, FECHAMOS ESSE ASSUNTO SOBRE CARTOGRAFIA....
terça-feira, 27 de abril de 2010
*-*
Definição
A hidrografia é o ramo da geografia física que estuda as águas do planeta, abrangendo portanto rios, mares, oceanos, lagos, geleiras, água do subsolo e da atmosfera. A grande parte da reserva hídrica mundial (mais de 97%) concentra-se em oceanos e mares, com um volume de 1.380.000.000 km³. Já as águas continentais representam pouco mais de 2% da água do planeta, ficando com um volume em torno de 38.000.000 km³
O Brasil tem um dos maiores complexos hidrográficos do mundo, apresentando rios com grandes extensões, larguras e profundidades. A maioria dos rios brasileiros nasce em regiões pouco elevadas, com exceção do rio Amazonas e de alguns afluentes que nascem na cordilheira dos Andes. O Brasil possui 8% de toda a água doce que está na superfície da Terra. Além disso, a maior bacia fluvial do mundo, a Amazônica, também fica no Brasil. Somente o rio Amazonas deságua no mar um quinto de toda a água doce que é despejada nos oceanos.
Rios de planalto e de planície
Devido à natureza do relevo, no Brasil predominam os rios de planalto, que apresentam rupturas de declive, vales encaixados, entre outras características, que lhes conferem um alto potencial para a geração de energia elétrica. Encachoeirados e com muitos desníveis entre a nascente e a foz, os rios de planalto apresentam grandes quedas-d’água. Assim, em decorrência de seu perfil não regularizado, ficam prejudicados no que diz respeito à navegabilidade. Os rios São Francisco e Paraná são os principais rios de planalto.
Em menor quantidade, temos no Brasil os rios que correm nas planícies, sendo usados basicamente para a navegação fluvial, por não apresentarem cachoeiras e saltos em seu percurso. Como exemplo, podem ser citados alguns rios da bacia Amazônica (região Norte) e da bacia Paraguaia (região Centro-Oeste, ocupando áreas do Pantanal Mato-Grossense). Entre os grandes rios nacionais, apenas o Amazonas e o Paraguai são predominantemente de planície e largamente utilizados para a navegação.
Apesar da maioria dos rios brasileiros nunca secar, alguns apresentam características curiosas, como por exemplo o Jagauribe (Ceará), que desaparece nas secas, e o Paraguaçu (Bahia), que se torna subterrâneo e depois volta a ficar visível.


Bacias hidrográficas
Uma bacia hidrográfica é um conjunto de terras drenadas por um rio principal, seus afluentes e subafluentes. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) classifica os rios em nove bacias. São elas:
Bacia do Amazonas - É a maior bacia hidrográfica do mundo, com 7.050.000 km², sendo mais da metade localizado em terras brasileiras. Abrange também terras da Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. Seu rio principal, o Amazonas, nasce no Peru com o nome de Vilcanota e recebe posteriormente os nomes de Ucaiali, Urubamba e Marañon. Quando entra no Brasil, passa a se chamar Solimões e, após o encontro com o Rio Negro, perto de Manaus, recebe o nome de Rio Amazonas.
Bacia do Nordeste* - Abrange diversos rios de grande porte e de significado regional, como: Acaraú, Jaguaribe, Piranhas, Potengi, Capibaribe, Una, Pajeú, Turiaçu, Pindaré, Grajaú, Itapecuru, Mearim e Parnaíba. O rio Parnaíba forma a fronteira dos estados do Piauí e Maranhão, desde suas nascentes na serra da Tabatinga até o oceano Atlântico, além de representar uma importante hidrovia para o transporte dos produtos agrícolas da região.
Bacia do Tocantins-Araguaia - Com uma área superior a 800.000 km2, a bacia do rio Tocantins-Araguaia é a maior bacia hidrográfica inteiramente situada em território brasileiro. O rio Tocantins nasce na confluência dos rios Maranhão e Paraná (GO), enquanto o Araguaia nasce no Mato Grosso. Localiza-se nessa bacia a usina de Tucuruí (PA), que abastece projetos para a extração de ferro e alumínio.
Bacia do Paraguai - Destaca-se por sua navegabilidade, sendo bastante utilizada para o transporte de carga. Assim, torna-se importante para a integração dos países do Mercosul.. Suas águas banham terras brasileiras, paraguaias e argentinas.
Bacia do Paraná - É a região mais industrializada e urbanizada do país. Na bacia do Paraná reside quase um terço da população brasileira, sendo os principais aglomerados urbanos as regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e de Curitiba. O rio Paraná, com aproximadamente 4.100 km, tem suas nascentes na região Sudeste, separando as terras do Paraná do Mato Grosso do Sul e do Paraguai. O rio Paraná é o principal curso d'água da bacia, mas também são muito importantes os seus afluentes e formadores, como os rios Grande, Paranaíba, Tietê, Paranapanema, Iguaçu, dentre outros. Essa bacia hidrográfica é a que tem a maior produção hidrelétrica do país, abrigando a maior usina hidrelétrica do mundo: a Usina de Itaipu, no Estado do Paraná, projeto conjunto entre Brasil e Paraguai.
Bacia do São Francisco - Nasce em Minas Gerais, na serra da Canastra, atravessando os estados da Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe. O Rio São Francisco é o principal curso d'água da bacia, com cerca de 2.700 km de extensão e 168 afluentes. De grande importância política, econômica e social, principalmente para a região nordeste do país, é navegável por cerca de 1.800 km, desde Pirapora, em Minas Gerais, até a cachoeira de Paulo Afonso. O principal aglomerado populacional da bacia do São Francisco corresponde à Região Metropolitana de Belo Horizonte, na região do Alto São Francisco.
Bacia do Sudeste-Sul* - É composta por rios da importância do Jacuí, Itajaí e Ribeira do Iguape, entre outros. Os mesmos possuem importância regional, pela participação em atividades como transporte hidroviário, abastecimento d'água e geração de energia elétrica.Bacia do Uruguai - É formada pelo rio Uruguai e por seus afluentes, desaguando no estuário do rio da Prata, já fora do território brasileiro. O rio Uruguai é formado pelos rios Canoas e Pelotas e serve de divisa entre os Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Faz ainda a fronteira entre Brasil e Argentina e entre Argentina e Uruguai. Deságua no oceano após percorrer 1.400 km. A região hidrográfica do Uruguai apresenta um grande potencial hidrelétrico, possuindo uma das maiores relações energia/km² do mundo.
Bacia do Leste* - Assim como a bacia do nordeste, esta bacia possui diversos rios de grande porte e importância regional. Entre eles, temos os rios Pardo, Jequitinhonha, Paraíba do Sul, Vaza-Barris, Itapicuru, das Contas, Paraguaçu, entre outros. O rio Paraíba do Sul, por exemplo, situa-se entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, apresentando ao longo do seu curso diversos aproveitamentos hidrelétricos, cidades ribeirinhas de porte e indústrias importantes, como a Companhia Siderúrgica Nacional.O SOLO n_n*

SOLO
Na superfície terrestre podemos encontrar diversos tipos de solo. Cada tipo possui características próprias, tais como densidade, formato, cor, consistência e formação química.
Solo Argiloso
Possuí consistência fina e é impermeável a água. Um dos principais tipos de solo argiloso é a terra roxa, encontrada principalmente nos estados de São Paulo, Paraná e Santa Catarina. Este tipo de solo é bom para a prática da agricultura, principalmente para a cultura de café. Na região litorânea do Nordeste encontramos o massapé, solo de cor escura e também muito fértil.
Solo Arenoso
Possui consistência granulosa como a areia. Muito presente na região nordeste do Brasil, sendo permeável à água.
Solo Humoso
Presente em territórios com grande concentração de material orgânico em decomposição (húmus). É muito utilizado para a prática da agricultura, pois é extremamente fértil (rico em nutrientes para as plantas).
Solo Calcário
É um tipo de solo formado por partículas de rochas. É um solo seco e esquenta muito ao receber os raios solares. Inadequado para a agricultura. Este tipo de solo é muito comum em regiões de deserto.
JÁ É A 2° SEMANA DE AULA GALERA!!!

Pressão atmosférica - variações históricas das amplitudes de pressões endógenas (magma) e exógenas (crosta) do planeta Terra;
Órbita - mudanças cronológicas (geológicas e astrofísicas) nas posições das órbitas terrestres (em graus, minutos, segundos, décimos, centésimos e milésimos de segundos) ocasionam maiores ou menores graus de insolação que modificam as variadas ações calorimétricas (ora incidentes ou deferentes) no planeta Terra (dificilmente perceptíveis aos humanos);
Latitude - distância em graus entre um local até a linha do equador;
Altitude - a distância em metros entre uma cidade localizada em um determinado ponto do relevo até o nível do mar (universalmente considerado como o ponto ou nível médio em comum para medidas de altitudes);
Maritimidade - corresponde à proximidade de um local com o mar;
Continentalidade - corresponde à distância de um local em relação ao mar, permitindo ser mais influenciado pelas condições climáticas provenientes do próprio continente;
Massas de ar - parte da atmosfera que apresenta as mesmas características físicas (temperatura, pressão, umidade e direção), derivadas do tempo em que ficou sobre uma determinada área da superfície terrestre (líquida ou sólida);
Correntes marítimas - grande massa de água que apresenta as mesmas características físicas (temperatura, salinidade, cor, direção, densidade) e pode acumular uma grande quantidade de calor e, assim, influenciar as massas de ar que se he sobrepõem;
Relevo - presença e interferências de montanhas e depressões nos movimentos das massas de ar;
Vegetação - emite determinadas quantias de vapor de água, influenciando o ciclo hidrológico de uma região.
A presença de megalópoles ou de extensas áreas rurais, as quais modificaram muito a paisagem natural, como por exemplo a Grande São Paulo, a Grande Rio de Janeiro, Tokkaido, a megalópole renana e Bos-wash, influenciando o clima local.
Tropical
Subtropical
Equatorial
Mediterrâneo
Temperado
Clima oceânico
Clima continental
Alpino
Polar
Árido
Semi-árido
sexta-feira, 23 de abril de 2010
AINDA CARTOGRAFIA... ¬¬
O sistema de posicionamento global no Brasil
O IBGE mantém e opera diversas estações de rastreamento dos satélites do sistema GPS que, juntas, compõem a Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo (RBMC). Essas estações são equipadas com rastreadores de alta precisão, e o processamento dos dados coletados é feito por programas operados por técnicos do IBGE. A RBMC fornece as referências necessárias para a utilização comercial do sistema GPS no território brasileiro, aumentando a precisão desse sistema, além de ser o elo do país com os sistemas de referência internacionais.

As estações da RBMC estão espalhadas pelo território brasileiro e fornecem a referência para a utilização dos aparelhos de GPS.
Sistemas de informação geográfica
O termo Sistemas de Informação Geográfica (SIGs) é aplicado para sistemas que realizam o tratamento computacional de dados geográficos e recuperam informações não apenas com base em suas características alfanuméricas, mas também através de sua localização espacial; oferecem ao administrador (urbanista, planejador, engenheiro) uma visão inédita de seu ambiente de trabalho, em que todas as informações disponíveis sobre um determinado assunto estão ao seu alcance, inter-relacionadas com base no que lhes é fundamentalmente comum — a localização geográfica. Para que isto seja possível, a geometria e os atributos dos dados num SIG devem estar georreferenciados, isto é, localizados na superfície terrestre e representados numa projeção cartográfica.O requisito de armazenar a geometria dos objetos geográficos e de seus atributos representa uma dualidade básica para SIGs. Para cada objeto geográfico, o SIG necessita armazenar seus atributos e as várias representações gráficas associadas. Devido a sua ampla gama de aplicações, que inclui temas como agricultura, floresta, cartografia, cadastro urbano e redes de concessionárias (água, energia e telefonia), há pelo menos três grandes maneiras de utilizar um SIG:• como ferramenta para produção de mapas;• como suporte para análise espacial de fenômenos;• como um banco de dados geográficos, com funções de armazenamento e recuperação de informação espacial.Estas três visões do SIG são antes convergentes que conflitantes e refletem a importância relativa do tratamento da informação geográfica dentro de uma instituição. Para esclarecer ainda mais o assunto, apresentam-se a seguir algumas definições de SIG:“Um conjunto manual ou computacional de procedimentos utilizados para armazenar e manipular dados georreferenciados” (Aronoff, 1989);“Conjunto poderoso de ferramentas para coletar, armazenar, recuperar, transformar e visualizar dados sobre o mundo real” (Burrough, 1986);“Um sistema de suporte à decisão que integra dados referenciados espacialmente num ambiente de respostas a problemas” (Cowen, 1988);“Um banco de dados indexados espacialmente, sobre o qual opera um conjunto de procedimentos para responder a consultas sobre entidades espaciais” (Smith et al., 1987).Estas definições de SIG refletem, cada uma à sua maneira, a multiplicidade de usos e visões possíveis desta tecnologia e apontam para uma perspectiva interdisciplinar de sua utilização. A partir destes conceitos, é possível indicar as principais características de SIGs:• Inserir e integrar, numa única base de dados, informações espaciais provenientes de dados cartográficos, dados censitários e cadastro urbano e rural, imagens de satélite, redes e modelos numéricos de terreno;• Oferecer mecanismos para combinar as várias informações, através de algoritmos de manipulação e análise, bem como para consultar, recuperar, visualizar e plotar o conteúdo da base de dados georreferenciados.
ESTRUTURA GEOLÓGICA:
Objetivo: esta lição tem como objetivo mostrar a evolução do planeta Terra, a escala do tempo que levou a sua formação, bem como a estrutura física do planeta.
Qual a origem da Terra?
Muitos cientistas e físicos ao longo do tempo tem formado teorias para explicar a origem da Terra. Os mais notáveis físicos são de acordo com uma teoria, que é a que se segue:
1. há cerca de 4,6 bilhões de anos, originou-se primeiro o sol através de uma densa nuvem de poeira e gás que se contraiu, formando não só o sol mas outros planetas.
2. com a radioatividade das rochas algumas partes da Terra se derreteu. O níquel e o ferro se fundiram formando o núcleo, enquanto na superfície ficou um oceano de rochas incandescentes.
3. a Terra primitiva sofreu um resfriamento, os vulcões entraram em erupção emitindo gases que formaram a atmosfera, por sua vez originando matéria orgânica e água.
4. há cerca de 3,5 bilhões de anos, grande parte da crosta terrestre já estava formada, mas bem diferente da atual.
Para a formação atual, continentes e ilhas, levou-se milhões de anos, pois por volta de 3,5 bilhões de anos atrás a Terra estava dividida em um só continente.
Escala geológica do tempo
Para se entender a estrutura da Terra é necessário também, o conhecimento do tempo geológico.
A escala geológica do Tempo está dividida em Eras, que se dividem em Períodos, e estes se dividem em Épocas.
A primeira Era é a chamada Pré-cambriana, que se divide em três períodos:
- Azóica: por volta de 4,5 bilhões de anos atrás, esse período é marcado pela não existência de vida, esse período durou bilhões de anos.
- Arqueozóica e Proterozóica: nesse período passaram a surgir os seres unicelulares e invertebrados (algas e bactérias). Formação das rochas magmáticas. Existência de dois continentes: Árqueo-ártico e Indo-afro-brasileiro.
A Era Paleozóica está dividida nos períodos: Permiano, Carbonífero, Devoniano, Siluriano, Ordoviciano e Cambriano.
Nestes períodos houve a existência de rochas sedimentares e metamórficas. Existência de cinco continentes: Indo, Afro, Brasileiro (Gondwana), Terra Canadense e Terra Siberiana. Surgiu os peixes e os primeiros répteis.
A próxima Era foi a Mesozóica, dividida pelos períodos Cretáceo, Jurássico e Triássico. Surgiram mamíferos e aves; répteis gigantescos (dinossauros); grandes florestas; e rochas sedimentares e vulcânicas.
Já na Era Cenozóica existem dois períodos, Quaternário e Terciário. Este último tem cinco épocas: Plioceno, Mioceno, Oligoceno, Eoceno e Paleoceno. Neste período houve o desenvolvimento dos mamíferos e fanerógamos. Os répteis gigantes foram extintos, formou-se as bacias sedimentares.
No período do Quaternário existem duas épocas: Holoceno e Pleistoceno. Houve neste período a glaciação no hemisfério norte; delineamento dos atuais continentes; formação das bacias sedimentares recentes; aparecimento do homem.
Estrutura da Terra
A Terra é constituída por materiais sólidos, líquidos e gasosos, que se acham dispostos em camadas concêntricas.
De dentro para fora, as camadas da estrutura da Terra são: núcleo ou barisfera, manto, sima ou sial que forma estrutura interna; litosfera, hidrosfera e atmosfera formam a estrutura externa.
Estrutura interna
A estrutura interior da Terra é formado por três camadas principais:
- camada externa (crosta terrestre)
- manto ( ou camada intermediária)
- o núcleo

Núcleo
Parte mais interna do planeta. Pode ser dividido em núcleo externo e interno.
O núcleo externo, comporta-se como liquido apesar de sua composição metálica, admiti-se que seus componentes estão em estado de fusão. Estende-se de 2.900 km até 5.100 km.
O núcleo interno vai desde 5.100 km até o centro da Terra.
O núcleo da Terra é constituído por ferro e níquel.
A temperatura atinge a 4.000/5.000 C.
Manto
Trata-se de uma camada intermediária situada acima do núcleo. Tem uma espessura aproximada de 2.900 km, sua composição é de rochas ultrabásicas. Boa parte dos fenômenos que afetam a crosta terrestre tem origem na parte superior do manto.
* Magma é uma matéria em estado de fusão (pastoso), que constitui boa parte do núcleo e do manto.
Crosta terrestre
Representa apenas 1% da massa do planeta. Sua origem ocorreu a partir do resfriamento do magma; sendo portanto, a camada superficial.
Podemos dividir a crosta terrestre(litosfera) em três camadas diferentes:
- camada sedimentar superficial: constituída por rochas sedimentares que, em certos lugares pode atingir vários metros de espessura, já em outros desaparece.
- camada granítica intermediária: é constituída por rochas cuja composição é semelhante ao granito. Essa camada também é chamada de Sial.
- camada basáltica inferior: é bastante semelhante ao basalto. É também chamada de Sima.
Estrutura externa
É formada por: litosfera, hidrosfera e atmosfera.
Litosfera
A litosfera ou crosta terrestre, a parte consolidada da Terra, é formada por rochas e minerais. É todo estrato e substrato rochoso, que constitui o relevo submarino e os continentes e ilhas.
Hidrosfera
A hidrosfera é formada pelas águas oceânicas e águas continentais, incluindo os lençóis subterrâneos e o vapor aquoso da atmosfera.
Atmosfera
A atmosfera é a camada de ar ou envoltório gasoso que cobre a Terra.
Agentes estruturais
As modificações que ocorrem no relevo terrestre tem origem na ação de poderosas forças que podem vir do interior, como da própria superfície do planeta. Essas forças são chamadas de agentes do relevo.
Os agentes do relevo podem ser, dependendo da origem:
- internos ou estruturais, pois modificam a superfície alterando a sua estrutura.
Estes agem esporadicamente, mas com grande intensidade. São causados pelos movimentos da tectônica de placas.
- externos ou esculturais, pois modificam a superfície sem alterar a sua estrutura. Estes são de menor intensidade, mas atuam com mais freqüência.
Falaremos um pouco sobre os agentes estruturais.
Tectônica de placas
A palavra tectônica vem do radical grego tektoniké, que significa arte de construir. Um nome bem apropriado, pois essa teoria tem por objetivo demonstrar que a crosta terrestre se movimenta sobre o magma. Atualmente a crosta terrestre está dividida em doze placas tectônicas. Essas placas acabaram por se “chocar” em certos pontos, fazendo alterações no relevo ao longo de milhares de anos.
Tectonismo pode ser dito como os movimentos longos e prolongados da crosta terrestre, em virtude dos movimentos das placas tectônicas.
FORMAS DO RELEVO
Planaltos
Os planaltos, também chamados de platôs, são áreas de altitudes variadas e limitadas, em um de seus lados, por superfície rebaixada. Os planaltos são originários das erosões provocadas por água ou vento. Os cumes dos planaltos são ligeiramente nivelados.
Exemplo: Planalto Central no Brasil, localizado em território dos estados de Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Planícies
É uma área geográfica caracterizada por superfície relativamente plana (pouca ou nenhuma variação de altitude). São encontradas, na maioria das vezes, em regiões de baixas altitudes. As planícies são formadas por rochas sedimentares. Nestas áreas, ocorre o acúmulo de sedimentos.
Exemplos: Planície Litorânea, Planície Amazônica e Planície do Pantanal.

Depressões
As depressões são regiões geográficas mais baixas do que as áreas em sua volta. Quando esta região situa-se numa altitude abaixo do nível do mar, ela é chamada de depressão absoluta. Quando são apenas mais baixas do que as áreas ao redor, são chamadas de depressões relativas. As crateras de vulcões desativados são consideradas depressões. É comum a formação de lagos nas depressões.
Exemplo: Depressão Sul Amazônica

Montanhas
As montanhas são formações geográficas originadas do choque (encontro) entre placas tectônicas. Quando ocorre este choque na crosta terrestre, o solo das regiões que sofrem o impacto acabam se elevando na superfície, formando assim as montanhas. Estas são conhecidas como montanhas de dobramentos. Grande parte deste tipo de montanhas formaram-se na era geológica do Terciário. Existem também, embora menos comum, as montanhas formadas por vulcões.
As altitudes das montanhas são superiores as das regiões vizinhas. Quando ocorre um conjunto de montanhas, chamamos de cordilheira.
Exemplos: Aconcágua (Argentina), Pico da Neblina (Brasil), Logan (Canadá), Kilimanjaro (Tanzânia), Monte Everest (Nepal, China), Monte K2 (Paquistão, China), Monte Blanco (França, Itália).

(FONTE RETIRADA D LIVROS E DIVERSOS SITES E BLOGS DIFERENTES).
PRÓXIMA AULA:
-CLIMA
-SOLO
-HIDROGRAFIA
-BIOMAS E FORMAÇÕES
PARA NÓS ENCERRARMOS ESSA PARTE DE CARTOGRAFIA OK? XD
terça-feira, 20 de abril de 2010
sejam bem vindo
A arte de traçar mapas começou com os gregos que, no século VI a.C., em função de suas expedições militares e de navegação, criaram o principal centro de conhecimento geográfico do mundo ocidental. O mais antigo mapa já encontrado foi confeccionado na Suméria, em uma pequena tábua de argila, e representa um Estado. A confecção de um mapa normalmente começa a partir da redução da superfície da Terra em seu tamanho. Em mapas que figuram a Terra por inteiro em pequena escala, o globo se apresenta como a única maneira de representação exata. A transformação de uma superfície esférica em uma superfície plana, recebe a denominação de projeção cartográfica.
Cartografia, portanto, é a arte e ciência de graficamente representar um área geográfica em uma superfície plana como em um mapa ou gráfico (normalmente no papel ou monitor). As representações de área podem incluir superimposições de diversas informações sobre a mesma área através de símbolos, cores, entre outros.
A Cartografia data da pré-história quando era usada para delimitar territórios de caça e pesca. Na Babilônia os mapas do mundo eram impressos em madeira num disco liso, mas foram Eratosthenes de Cirene e Hiparco (século III a.C.) que construíram as bases da moderna cartografia com um globo como forma e um sistema de longitudes e latitudes. Ptolomeu desenhava os mapas em papel com o mundo dentro de um círculo, sendo imitado na maioria dos mapas feitos até a Idade Média. Foi só com a era dos descobrimentos que os dados coletados durante as viagens tornaram os mapas mais exatos.
Com a descoberta do novo mundo, a cartografia começou a trabalhar com projeções de superfícies curvas em impressões planas. A mais usada e conhecida é a projeção Mercator.
Hoje em dia a cartografia é feita através de fotometria e de sensoriamento remoto por satélite e, com a ajuda de computadores, mais informações podem ser visualizadas e analisadas pelos geógrafos, fazendo mapas que chegam a ter precisão de até 1 metro.
Mapas
A localização de qualquer lugar na Terra pode ser mostrado num mapa. Mapas são normalmente desenhados em superfícies planas em proporção reduzida do local da Terra escolhido. Nenhum mapa impresso consegue mostrar todos os aspectos de uma região. Mapas em contraposição a foto aéreas e dados de satélite podem mostrar muito mais do que apenas o que pode ser visto. Podem mostrar, por exemplo: concentração populacional, diferenças de desenvolvimento social, concentração de renda, entre outros. Os mapas, por sua representação plana, não representam fielmente um mundo geóide como a Terra, o que levou cartógrafos a conceberem globos, que imitam a forma da Terra.
Os mapas mais comuns são os políticos e topográficos, o primeiro representando graficamente os continentes e as fronteiras entre os países e o segundo representando o relevo em níveis de altura (normalmente também incluindo os rios mais importantes). Para desenhar mapas cartográficos depende-se de um sistema de localização com longitudes e latitudes, uma escala, uma projeção e símbolos. Hoje em dia, boa parte do material necessário ao cartógrafo é obtido de sensoriamento remoto com foto de satélite ou aerofotometria. No projeto RADAM - que mapeou o Brasil nas décadas de 70 e 80 - usou-se mais de aerofotometria e os primeiros mapas novos do país estarão saindo do IBGE em 1996. O departamento de cartografia da ONU é responsável pela manutenção do mapa mundial oficial em escala 1/1.000.000 e todos os países enviam seus dados mais recentes para este departamento.
Projeções
A transferência de uma esfera para a área plana do mapa seria impossível se os cartógrafos não se usassem de uma técnica matemática chamada projeção. Para ilustrar esta técnica podemos imaginar como seria se abríssemos uma esfera e achatássemos ela para a forma de um plano: partes da esfera original teriam que ser esticadas para podermos fazer isto, em especial as áreas mais próximas aos os pólos, criando grandes deformações de área em um mapa mundial, se comparássemos os países perto do equador com os mais perto do pólo.
Estas técnicas de projeções vem desde os mapas da Grécia com Ptolomeu no séc. II, e foram evoluindo até que logo após a renascença o holandês Mercartor concebeu a mais simples técnica de projeção, a qual é dada seu nome. É a projeção de mapas do mundo mais conhecida até hoje. Para a representação de países, entretanto, normalmente se usa a projeção bicônica. Outras técnicas foram evoluindo até os dias de hoje, e muitas outras projeções tentaram desfazer as desigualdades de área perto dos pólos com as de perto do equador, entre elas a projeção de Gall, que permite se manter a familiaridade do mapa-múndi e ao mesmo tempo diminuir as distorções.
UM POUCO DE REPRESENTAÇÃO GRÁFICA AQUI PRA VOCÊS TÁ?
Os gráficos se encontram presentes em nosso dia-a-dia, seja em jornais, revistas, artigos, manuais escolares, apresentações públicas, etc. Uma grande vantagem da representação gráfica está na sua capacidade de facilitar a compreensão de fenômenos estudados. Existem vários tipos de gráficos. Ahistória da criação dos gráficos vem de muitos anos atrás. Jean Heinrichi Lambert, físico e matemático alemão, foi quem primeiro criou o diagrama estatístico, outros como Playfair construiu o gráfico de pizza, o gráfico de barras, entre outros.
Para generalizar, as representações gráficas significam uma melhor forma de visualizar os acontecimentos e/ou fenômenos estudos. E no estudo de Física isso não é diferente, o gráfico serve para melhor visualizar o comportamento de grandezas físicas de uma maneira fácil e rápida. Através de um gráfico podemos verificar como uma determinada grandeza varia em função de outra. Exemplo: gráfico do espaço em função do tempo.
O gráfico utilizado no estudo da Física é o de sistema de eixos cartesianos (figura 1), do qual amatemática também faz uso. Esse gráfico tem este nome em homenagem a seu criador René Descartes. Também conhecido como Renatus Cartesius, foi filósofo, físico e matemático francês, foi revolucionário na área da filosofia e na ciência, além de obter reconhecimento matemático por sugerir fusão da álgebra com a geometria. Por muitas vezes chamado de “o fundador da Filosofia moderna” e “pai da matemática moderna” Descartes é considerado um dos maiores pensadores e mais influentes da História do Pensamento Ocidental.

Figura 1
Acima temos uma representação de um plano cartesiano, onde por convenção o eixo x é chamado de eixo das abscissas e o eixo y chamado de eixo das ordenadas.
Em Física, como veremos em outros assuntos relacionados à representação gráfica, os gráficos são utilizados no estudo e compreensão de funções da velocidade, posição, aceleração, estudo de resistências e muito mais.
